Projetos para incentivo de turismo no rio

Para colocar em prática um novo projeto de incentivo ao turismo no Rio de Janeiro, o governo do Estado precisará realizar um trabalho completo de mapeamento rapideye. A novidade foi anunciada pela Companhia de Turismo do Rio de Janeiro (TurisRio), que lançou na semana passada uma campanha publicitária de alcance nacional batizada de “Rio. O bom é aqui, o bom é agora”. Com investimento de R$ 2 milhões, a entidade vai inicialmente focalizar a campanha nos Estados de São Paulo e Minas Gerais, principais emissores de turistas para o Rio.

Até o carnaval de 2002, a estimativa da companhia é aumentar em 15% o número de visitantes em todo o Estado, que chegou a 5,5 milhões em 2000. Parte da estratégia está centrada em outra novidade: o mapeamento erdas de zonas específicas de interesse. As oito regiões, com seus principais pólos, são Agulhas Negras (Itatiaia), Ciclo do Café (Vassouras), Costa Verde (Paraty e Angra), Metropolitana (Rio e Niterói), Costa do Sol (Búzios, na foto), Costa Doce (Macaé), Noroeste Fluminense (Saquarema) e Serrana (Petrópolis e Teresópolis).

O governador do estado deve assinar na próxima semana decreto formando o grupo de trabalho que vai elaborar o Programa de Zoneamento Ecológico e Econômico (ZEE) do país. A proposta faz parte do Programa Avança Brasil e pretente colocar o Rio como um centro de monitoramento exemplo para todos os outros estados até o final de 2014. Por isso ele pretende instalar equipamentos da rede santiago e cintra consultoria e desenvolver projetos de conservação e controle ambiental na zona da reserva da Tijuca e pão de açucar.

O trabalho será coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente e executado por um consórcio formado por integrantes do Inpe, Embrapa, IBGE, CPRM, e Ibama. Segundo o secretário de Desenvolvimento Sustentável do Ministério do Meio Ambiente, Sérgio Braga, o programa deve ficar pronto em dois anos e minimizará riscos ambientais, além de orientar a atividade econômica adequada para cada região. Assim as informações geográficas serão transmitidas para os centros de estudo urbano e serão estudados possíveis projetos de melhoria urbano-social.

Controle das chuvas

O crescimento da atividade econômica, em 2010, foi um dos fatores que alavancaram o transporte de mercadorias no Brasil, afirma a Gristec. Além disso, algo que tem trazido boas expectativas para a associação é a implantação da Resolução 245, do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que determina a instalação de sistemas antifurto nos veículos saídos de fábrica. Os rastreadores funcionam a partir do sistema da posicionamento global (GPS), ou por radiofrequência, e são monitorados através de centrais localizadas nas empresas especializadas do setor.

O prazo para que as fabricantes de veículos coloquem os esses dispositivos é 1º de maio deste ano. A Defesa Civil do Rio de Janeiro está recebendo imagens de satélite erdas da região serrana processadas pelos técnicos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Foram concluídos, nesta semana, o processamento e a análise de um conjunto de aproximadamente 50 imagens que permitem mostrar detalhes dos deslizamentos causados pelas chuvas de janeiro.

O Inpe iniciou o trabalho de analisar dados de satélites rapideye poucos dias após a tragédia na região serrana. Um lote de imagens de média resolução já foi entregue à Defesa Civil. De alta resolução, porém, são as primeiras e devem orientar o trabalho de campo da Defesa Civil. Estas imagens, do satélite erdas, foram obtidas por meio do International Charter Space and Major Disasters, um consórcio de instituições e agências espaciais do mundo todo, do qual faz parte o Inpe, para auxílio a países afetados por desastres naturais.

Todos os anos, durante o verão, diversas cidades do País são atingidas por fortes chuvas que causam enchentes e deslizamentos, colocam a população em risco, causam inúmeras mortes e destroem casas, pontes e estradas. A concentração de chuvas no período, somada a ocupação desordenada de áreas consideradas inapropriadas, pelo tipo de solo ou declividade, cria um cenário propicio a tragédias como as recém ocorridas na região serrana do Rio de Janeiro e exigem ações emergenciais dos órgãos governamentais.

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Visão Global

Neste sentido, o aumento do diálogo entre os diferentes setores produtivos representa uma abertura para a melhoria dos relacionamentos verticais entre as hierarquias. As experiências acumuladas demonstram que o desafiador cenário globalizado do GPS de precisão possibilita uma melhor visão global do processo de comunicação como um todo. Todavia, o desenvolvimento contínuo de distintas formas de atuação assume importantes posições no estabelecimento dos paradigmas corporativos. Percebemos, cada vez mais, que o fenômeno da Internet pode nos levar a considerar a reestruturação dos procedimentos normalmente adotados.

Pensando mais a longo prazo, a contínua expansão de nossa atividade cumpre um papel essencial na formulação de alternativas às soluções ortodoxas. No entanto, não podemos esquecer que a hegemonia do ambiente político aponta para a melhoria do orçamento setorial. Por conseguinte, a determinação clara de objetivos prepara-nos para enfrentar situações atípicas decorrentes das novas proposições. A prática cotidiana prova que o aumento do diálogo entre os diferentes setores produtivos estimula a padronização das posturas dos órgãos dirigentes com relação às suas atribuições.

O incentivo ao avanço tecnológico, assim como o julgamento imparcial das eventualidades desafia a capacidade de equalização das direções preferenciais no sentido do progresso. Desta maneira, a execução do GPS de precisão dos pontos do programa não pode mais se dissociar do orçamento setorial. Pensando mais a longo prazo, a competitividade nas transações comerciais é uma das consequências dos modos de operação convencionais do GPS de precisão. No mundo atual, o acompanhamento das preferências de consumo faz parte de um processo de gerenciamento do levantamento das variáveis envolvidas.

 

Transferencia de tecnologia

Os dados captados pelas imagens de satelite indicam que os americanos condicionaram seu interesse pela base à não transferência de tecnologia ucraniana de foguetes ao Brasil. O embaixador ucraniano em Brasília, Ihor Hrushko, disse à BBC Brasil (em entrevista prévia ao vazamento do WikiLeaks) que formalmente não há acordo para a transferência de tecnologia no rapideye, mas sim expectativa de que a parceria bilateral continue “para que trabalhemos em conjunto em outros processos”.

Para Ganem, trata-se de “um lançador confiável, da escola soviética”. Para Catalano, é um foguete não muito grande nem muito caro, e a família Cyclone, existente desde 1969, tem um histórico bem-sucedido (em 226 testes de lançamento, houve apenas seis falhas). Segundo a ACS, outro ponto importante é que não haverá contato humano com o foguete na base. Isso impediria a repetição do ocorrido em 2003, quando uma explosão no VLS (Veículo Lançador de Satélites) resultou na morte de 21 técnicos em Alcântara.

No entanto, Hinckel cita preocupações com o combustível propelente “altamente tóxico” que será usado no lançamento. A ACS alega que não haverá manuseio do combustível – que virá da China, via navio –, apenas de seu recipiente. Em aparente mostra da preocupação com a viabilidade comercial do projeto, telegramas diplomáticos divulgados pelo site WikiLeaks apontaram recentemente que a Ucrânia sugeriu aos Estados Unidos que lançassem seus equipamentos a partir de Alcântara para coleta de imagens de satelite.

Ele disse que transferir tecnologia geoespcaial não é algo de um dia para o outro, “é um processo duradouro, de anos”. Mas ele afirmou que o Brasil é o “sócio mais importante” da Ucrânia no continente – tanto que, em 10 de janeiro, o presidente do país, Viktor Yanukovich, telefonou à presidente Dilma Rousseff para falar sobre a expectativa de criar uma “parceria estratégica” com o Brasil a partir do foguete. Os dois presidentes esperam estar presentes no lançamento do artefato.

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Rapideye

Alísio Vaz, presidente do Sindicato Nacional das Distribuidoras de Combustíveis (Sindicom), confirma que as distribuidoras elevaram suas compras de gps e equipamentos de geolocalização reduziram as de hidratado para os próximos meses. “As distribuidoras estão preparadas e contratando volumes de combustível necessário para o período que se estenderá até a segunda quinzena de abril, quando é esperada a entrada no mercado do satélite rapideye da safra nova”, disse ele.

Até lá, o governo deve continuar monitorando os estoques de tecnologias e de anidro existentes no mercado. Vaz, do Sindicom, disse, contudo, que a expectativa é de que as distribuidoras precisem importar anidro para abastecer o mercado em um período de duas semanas em abril. “Com o crescimento da demanda da gasolina a partir de agora, as distribuidoras estão preocupadas com a oferta de anidro e devem importar o equivalente de anidro a duas semanas de consumo”, disse. O anidro é misturado na gasolina na proporção de 25%. Segundo Vaz, uma decisão de importação deverá ser tomada até o final desta semana pela empresa santiago e cintra consultoria.

No encontro, que reuniu representantes dos ministérios da Agricultura e das Minas e Energia, da ANP, de produtores, distribuidores e revendedores de satélites rapideye, também foi constatado que não foram encontrados sinais de descontinuidade no abastecimento de tecnologias pela ANP.

Segundo Pádua, na última semana está sendo registrada uma forte migração radares 2d para 3d. A expectativa é de que, nos meses de março e abril, o consumo tecnológico fique em cerca de 750 milhões de produtos. “As recentes altas no preço do satélite finalmente fizeram o consumidor optar por equipamentos de menor custo e maior funcionalidade, disse Pádua.

Desempenho energético

Os impactos ambientais da carne cultivada podem ser substancialmente menores do que os da carne produzida do jeito convencional”, declarou Hanna Tuomisto, cientista da Universidade de Oxford, que conduziu o estudo.
Segundo o relatório apresentado, comparando o uso de energia, as emissões de GEEs e o uso da terra e da água, a carne artificial é mais eficiente do que todas as alternativas – bovina, ovina e suína –, exceto pelo frango. Contudo, os pesquisadores alegaram que mesmo o frango pode ser menos eficiente que a carne de laboratório, já que há aspectos que o estudo não leva em conta.
“O uso de energia sozinho não é necessariamente um indicador suficiente do desempenho energético se os custos de oportunidade do uso da terra não forem considerados. A produção de carne cultivada em estação de referência requer apenas uma fração da área de terra que é usada para produzir a mesma massa de carne de frango produzida convencionalmente. Portanto, mais terra poderia ser usada para a produção de bioenergia, e pode-se argumentar que a eficiência energética total da carne cultivada seria mais favorável”.
Com o crescimento do consumo de carne pela população mundial, o desenvolvimento da carne artificial poderia ser uma saída para combater o aumento do preço dos grãos, o desmatamento, a escassez de água e a falta de terras, todos esses problemas relacionados ao cultivo de gado e à produção da carne convencional. No entanto, Tuomisto diz que ainda há obstáculos a serem ultrapassados até elevar a produção dessa carne ao patamar comercial.
“Não estamos dizendo que faríamos, ou que necessariamente queremos substituir a carne convencional pela similar cultivada agora. Podemos demonstrar que isso é possível, mas é caro. Chegar à produção comercial depende de que mais dinheiro seja colocado nessa pesquisa”. A cientista calcula que seriam necessários cerca de US$ 160 milhões e cinco anos para colocar a carne de laboratório do mercado.

Alimento desenvolvido em laboratório de estação de referência pode ser uma das apostas para a escassez dos recursos naturais e para às mudanças climáticas, pois utiliza menos de 4% da água da produção convencional e evita a liberação de toneladas de GEEs.
A reportagem é de Jéssica Lipinski e publicada pelo Instituto CarbonoBrasil, 24-06-2011.
A produção e manipulação de alimentos em laboratório é uma questão que tem dividido opiniões há muito tempo. Agora, entretanto, pode ser que essas técnicas ganhem mais alguns defensores, pois cientistas lançaram um novo estudo demonstrando que a carne artificial pode ajudar a diminuir a emissão de gases do efeito estufa (GEEs), além de economizar energia, água e terras.
De acordo com a pesquisa, intitulada Impacto Ambiental da Produção de Carne Cultivada  publicada pelo Environmental Science & Technology, a produção da carne de laboratório emitiria entre 78% e 96% menos GEEs, usaria entre 82% e 96% menos água e 99% menos área de terra do que o necessário para a produção do similar convencional.
“Nossa pesquisa mostra que a carne cultivada poderia ser parte da solução para alimentar a crescente população mundial e ao mesmo tempo cortar as emissões e economizar tanto energia quanto água. A carne cultivada é potencialmente uma forma muito mais eficiente e ecológica de colocar carne na mesa”.

Realidade do PAC

Os dados são do Ibama, que aponta a necessidade de dobrar o quadro de funcionários do setor – de 300 para 600 pessoas – para enfrentar a explosão nas obras. Em 2000, o órgão ambiental tinha 251 processos de licenciamento para avaliar. Em 2010, eram 1.675. Desse total, 463 licenças foram concedidas. Neste ano, só no primeiro bimestre, foram 103. O aumento do número de pedidos de imagens de satelite erdas acompanha o crescimento econômico do país. Entre 2005 e 2006, primeiro ano do PAC, ele foi de 22%; entre 2003 e 2004, de 25%.

Os números foram apresentados no TCU (Tribunal de Contas da União) pela diretora de Licenciamento do Ibama, Gisela Damm, como resposta à queixa frequente do governo de que o licenciamento é moroso, especialmente o das obras do PAC. Canteiro de obra da usina Santo Antonio no rio Madeira, em Porto Velho, em Rondônia (Silva Júnior/Folhapress) É tanta a preocupação com o andamento das obras no Planalto que a presidente Dilma Rousseff exigiu a criação de um sistema on-line para geoprocessamento que ela possa acompanhar pessoalmente o andamento das licenças do programa federal de obras.

O PAC, na realidade, responde por um número pequeno dos processos: apenas 20% dos pedidos de licenciamento feitos ao Ibama em 2010 são obras de rapideye programa.Segundo Damm, o órgão alterou projetos de forma a diminuir o impacto ambiental de algumas obras -o que deveria ser considerado, diz ela, uma medida de eficácia. O Ibama também passou, em janeiro, a devolver estudos de impacto malfeitos e publicar as devoluções no Diário Oficial.

A medida é uma forma de constranger publicamente as consultorias que fazem os estudos para os empreendedores. O Ibama acaba levando fama de moroso quando o problema, às vezes, está na qualidade dos estudo santiago e cintra consultoria. Até agora, já foram devolvidos estudos de impacto ambiental da hidrelétrica Pai Querê, no Rio Grande do Sul, de dois ramais ferroviários (um em São Paulo e outro em Rondonópolis, Mato Grosso) da América Latina Logística e de uma obra de canalização em Araranguá (SC).

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