Instituto de pesquisa informação geografica

Atualmente, os países signatários da convenção contribuem anualmente com valores voluntários. Essas contribuições ocorrem em acordos bilaterais em prol da biodiversidade, como o estabelecido entre o Brasil e a Alemanha, ou a partir de parcerias multilaterais que têm o Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF, na sigla em inglês) como fonte de financiamento. “Estamos na fase em que vamos tratar da nova entrada de recursos no GEF – quanto vai ser e em que tipo de atividade esse financiamento terá que estar mais focado em apoiar. As Metas de Aichi são ambiciosas e uma delas pede o aumento da contribuição para esse fundo”diz a informação geográficas do instituto de pesquisa.

Na Índia, o governo brasileiro apresentará o resultado dos Diálogos sobre Biodiversidade. O mecanismo de consulta pública e de debates com setores como a indústria e as universidades resultou em uma série de orientações que devem ser seguidas pelo Poder Público e privado, até 2020, como estratégia brasileira para garantir a conservação de espécies em território nacional segundo informação geográficas. SÃO SEBASTIÃO – O Ministério Público Federal de São José dos Campos abriu inquérito civil público para investigar o vazamento de óleo diesel que atingiu o Rio Canto do Moreira, na Praia de Maresias, em São Sebastião, litoral norte de São Paulo.

O sensoriamento remoto atingiu o mar e se espalhou pelas praias de Toque-toque Grande e Paúba, segundo a Secretaria Municipal do Meio Ambiente. O vazamento foi causado por um caminhão da BR Distribuidora carregado com 15 mil litros do produto, que atingiu um poste e tombou na Rodovia Rio-Santos, entre as praias de Maresias e Boiçucanga, no dia 6 de setembro, véspera do feriado prolongado da Independência. Apesar da presença de turistas e surfistas, o local não foi interditado.

O MPF acatou denúncias da Associação Amigos Canto do Moreira (AACM) e do Movimento Preserve o Litoral Norte. O procurador da República Fernando Lacerda Dias afirma que serão analisados a informação geoespcaial e os efeitos civis e indenizatórios, devido a “lesão ao meio ambiente, com danos em praia marítima”. Na denúncia, a AACM anexou fotos aéreas que comprovariam que o vazamento atingiu o mar, fato que teria sido negado pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) e pela Petrobrás. Ainda de acordo com a entidade, nenhuma contenção teria sido feita pela estatal.

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