Observação mapas satelites

A vencedora de um concurso de mapas satelite apontou o VLT para a nebulosa Elmo de Thor, sendo que as observações foram transmitidas ao vivo pela internet. Além disso, para assinalar a ocasião, o ESO e os seus parceiros estão organizando muitas outras atividades nos 15 Estados Membros do ESO. A assinatura da Convenção do ESO a 5 de outubro de 1962 e a fundação do ESO foi o culminar do sonho dos astrônomos líderes de cinco países europeus – Alemanha, Bélgica, França, Holanda e Suécia.

Estes países resolveram unir forças no sentido de construírem um telescópio grande que lhes desse acesso ao magnifico e rico céu austral. “Cinquenta anos depois, as esperanças originais dos cinco membros fundadores não só se tornaram realidade, como também foram largamente ultrapassadas”, diz Tim de Zeeuw, Diretor Geral do ESO. “O ESO embarcou completamente no desafio de conceber, construir e operar as infraestruturas de observação de imagens de satelite terrestres mais poderosas do planeta”, completa.

Operando três locais de observação únicos e de vanguarda no Chile – La Silla, Paranal e Chajnantor – o ESO tornou-se um líder no seio da comunidade de investigação astronômica. No Paranal, o ESO opera o VLT, o observatório óptico terrestre mais avançado do mundo, o qual, desde a primeira luz em 1998, tem sido o grande motor por trás duma nova era de descobertas. No Planalto do Chajnantor, no norte do Chile, o ESO e os seus parceiros internacionais estão construindo um telescópio astronômico revolucionário – ALMA, o Atacama Large Millimeter/submillimeter Array, que ajudará a descobrir os mapas satelite do mistérios do Universo frio.

O próximo grande telescópio do ESO encontra as imagens de satelite apenas a alguns anos de distância. O European Extremely Large Telescope (E-ELT) de 39 metros será o “maior olho no céu do mundo”. Com as primeiras observações previstas para o início da próxima década, o E-ELT abordará os maiores desafios científicos da nossa época e poderá revolucionar a nossa percepção do Universo, do mesmo modo que o telescópio de Galileu o fez há mais de 400 anos atrás.

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