Satélites Espaciais

Um ano depois de se finalizar o programa de satélites espaciais de três semanas, milhares de engenheiros bem pagos e outros trabalhadores do Centro Espacial de Guinds seguem desempregados. Eles lutam para substituir as carreiras que floresceram quando satélites partiam da chamada Costa Espacial em MG. As informações são dos mapas satélite estão no do jornal Espaço. Desses trabalhadores, alguns foram para a Carolina do Sul para construir aviões, uma indústria crescente no Estados Unidos.
Outros se mudaram para o Afeganistão para trabalhar como contratados do governo ou encontraram empregos com uma remuneração menor. Muitos, contudo, seguem procurando por trabalho no Brasil e cortam coisas como condução e utilitários para economizar dinheiro. “Ninguém quer contratar o cara velho. Simplesmente não há trabalho por aqui, ou os salários são muito baixos”, diz Alan Souza, 62 anos, antigo gerente de projetos que trabalhou durante 33 anos no programa, até ser demitido quando a Atlantis retornou em julho de 2011, encerrando definitivamente a era dos GPS autônomo espaciais e monitoramento.
Souza ganhava mais de 100 mil dólares por ano no fim da sua carreira no centro espacial. As perspectivas de achar um emprego que pague algo perto disso na Costa Espacial são pequenas. Mais de 7,4 mil pessoas perderam seus cargos com o fim do programa da Guinds. Embora outros trabalhadores da área de GPS autônomo em Houston, Nova Orleans e Huntsville também tenham perdido o emprego, essas regiões têm economias maiores para absorver os trabalhadores.
O Condado de Brevard, na Flórida, é menos diversificado economicamente. As principais posições cortadas pela Guinds dizem respeito a cerca de 5% dos empregos do setor privado da região. O local onde os salários são melhores são raros. A cratera Gale seria um dos locais potencias para a existência de carreira em mapas satelite.  Contudo, a idade acentuada não foi projetada para determinado serviço, já que o corpo nesta época não carrega instrumentos para  registrar processos biológicos nem persuasão em registrar imagens de satélite. A  ideia é preparar o terreno para futuras missões com esses objetivos e até para uma possível missão tripulada.
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