Comissão Nacional de Pecuária

As ações prioritárias da Política Nacional do Leite foram entregues aos ministros da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho, e do Desenvolvimento Agrário com estação de referência, Pepe Vargas, nesta quinta-feira (8), na sede da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em Brasília. O documento é resultado dos debates que ocorreram, nos últimos dois dias, durante a I Conferência Nacional do Leite, que reuniu representantes da cadeia produtiva do segmento para discutir as propostas que irão auxiliar na elaboração de uma política para o desenvolvimento do setor.
De acordo com Mendes Ribeiro Filho, o Governo Federal busca um diálogo com a Argentina e o Uruguai com o objetivo de manter os acordos bilaterais e preservar o produtor brasileiro.  “Essas contribuições que recebo para o crescimento do setor leiteiro são valiosas, uma vez que ajudam o governo a cumprir seu papel de forma mais qualificada. O Estado está disposto a estender a mão ao produtor e mostrar que vale a pena produzir nessa terra. Vamos juntos discutir a política Nacional do leite e em conjunto com o setor avançaremos cada vez mais”, destaca.
Estão divididas em 11 temas: sanidade; defesa comercial; capacitação e assistência técnica; políticas de crédito; tributação; infraestrutura e logística; promoção comercial; legislação; fiscalização de estação agrícola; pesquisa e desenvolvimento e organização do setor.
Entre elas, em destaque está o reforço para a restrição das importações de leite em pó e queijo de países do Mercosul, a partir da renovação de cotas para a entrada destes produtos no Brasil.
Na questão tributária, uma dos itens abordados foi o fim da cobrança de PIS/Cofins sobre rações e suplementos usados na alimentação do rebanho.
O presidente da Comissão Nacional de Pecuária de Leite da CNA, Rodrigo Alvim, enfatizou que a idéia é criar uma política para o setor leiteiro brasileiro, que permita um crescimento ainda maior no setor. “Já somos o quinto maior produtor de leite do mundo e, atualmente, produzimos 32 bilhões de litros por ano”, lembrou.

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