Geração de Renda Agrícola

A tecnologia com agricultura de precisão geradas pela Embrapa, prioritariamente, procuram reduzir custos, aumentar a produção ou agregar valor aos produtos. As tecnologias geradas pelo uso da Agricultura de Precisão tem por objetivo detectar, monitorar e manejar a variabilidade espacial e temporal dos sistemas de produção agropecuários buscando a otimização desses sistemas.

Dessa forma também podem contribuir para racionalizar a produção agropecuária e florestal, reduzindo as perdas e o impacto ambiental, aumentando a renda dos produtores rurais, e contribuindo ainda com os sistemas de rastreamento. No entanto, a adoção da Agricultura de Precisão está ocorrendo nos diversos setores do agronegócio brasileiro em um ritmo inferior ao previsto inicialmente.

Para melhorar a taxa de adoção existe ainda a necessidade de melhorar e de refinar as relações básicas das respostas das culturas aos insumos; desenvolver sistemas de suporte à decisão; identificar e quantificar as causas das variabilidades espaço-temporais; melhorar o conhecimento da variação temporal; desenvolver metodologia para a pesquisa na propriedade agrícola como um todo e para avaliar a qualidade do produtos; estabelecer de modelos práticos para manejo utilizando AP;

Para desenvolver sensores para detecção em tempo real; avaliar o impacto da AP para os produtores, o agronegócio, o meio ambiente e para o setor governamental. Há de se considerar que no cenário mundial contemporâneo a ciência, a tecnologia agrícola e a inovação são instrumentos fundamentais para o desenvolvimento, o crescimento econômico e a geração de emprego e renda.

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Ciclo de produção

O uso de um monitoramento com GPS de precisão detalhado do cultivo de uva de mesa pode auxiliar o gerenciamento da produção no Vale do São Francisco, no Nordeste brasileiro. Uma pesquisa realizada pela Embrapa Semiárido mostra que a aplicação da chamada agricultura de precisão (AP) pode revelar diferentes situações em uma mesma área de produção, permitindo que seja realizado um manejo mais adequado.

A AP é uma forma de gerenciamento das atividades agrícolas que leva em consideração as variações que as plantas e o solo apresentam em diferentes partes da área de cultivo ao longo do ciclo de produção. Tais informações permitem ao agricultor decidir pela adoção de práticas mais apropriadas para situações específicas com uso de estação de referência.

Na fazenda onde a pesquisa de GPS de precisão está sendo desenvolvida – localizada no Projeto de Irrigação Senador Nilo Coelho, em Petrolina (PE) –, percebeu-se que o solo, em uma determinada parte da área de produção, apresentava drenagem mais lenta, armazenando maior quantidade de água. Com o conhecimento desta situação, foi possível diminuir a irrigação no local, sem prejuízo para as plantas.

Além da medição da quantidade de água disponível no solo, são coletados ainda outros dados de estação de referência , como o teor de nitrogênio na folha, características de desenvolvimento das videiras e das bagas de uva e número de cachos por planta. Com essas informações, são gerados mapas que mostram as subáreas onde existe uma uniformidade quanto a determinada característica do solo ou da planta.

Instituto Nacional de Meteorologia

Foi instituído nessa segunda-feira, dia 10, o Grupo de Trabalho (GT) para monitorar as adversidades climáticas e fornecer informações de agricultura de precisão antecipadas aos agentes do agronegócio brasileiro. A iniciativa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo (SDC), subsidiará as decisões dos produtores rurais em relação às intenções de plantio, contratação de seguro agrícola e aquisição de crédito rural.

“Queremos minimizar os impactos que podem ser gerados pelas adversidades climáticas”, disse o secretário da SDC, Caio Rocha, durante a formalização dos trabalhos do GT. O grupo instituído por meio da Portaria nº 294, publicada em novembro, terá a orientação do secretário e será coordenado pelo engenheiro agrônomo e servidor do Mapa Aureliano da Costa Matos e de agricultura de precisão.

Além dos servidores da SDC, integram o GT dois servidores do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), dois servidores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), um servidor da Secretaria de Política Agrícola (SPA) e um da Conab. O GT de agricultura de precisão tem caráter permanente devendo entregar informações semanais sobre o tema até o dia 31 de dezembro deste ano.

O Governo espera reduzir o crescente volume anual de recursos despendidos nas respostas a esses acontecimentos e, posteriormente, no apoio para a recomposição do mercado impactado por inundações, alagamentos, estiagens, erosões, vendavais, entre outros fenômenos da natureza. Para Rocha, conhecer a dimensão disso é essencial à adoção de medidas que possam contribuir para evitar impactos econômicos negativos à agropecuária brasileira emagricultura de precisão.

Variação Temporal

tecnologia agrícola geradas pela Embrapa, prioritariamente, procuram reduzir custos, aumentar a produção ou agregar valor aos produtos. As tecnologias geradas pelo uso da Agricultura de Precisão tem por objetivo detectar, monitorar e manejar a variabilidade espacial e temporal dos sistemas de produção agropecuários buscando a otimização desses sistemas.

Dessa forma também podem contribuir para racionalizar a produção agropecuária e florestal, reduzindo as perdas e o impacto ambiental, aumentando a renda dos produtores rurais, e contribuindo ainda com os sistemas de rastreamento. No entanto, a adoção da Agricultura de Precisão está ocorrendo nos diversos setores do agronegócio brasileiro em um ritmo inferior ao previsto inicialmente.

Para melhorar a taxa de adoção existe ainda a necessidade de melhorar e de refinar as relações básicas das respostas das culturas aos insumos; desenvolver sistemas de suporte à decisão; identificar e quantificar as causas das variabilidades espaço-temporais; melhorar o conhecimento da variação temporal; desenvolver metodologia para a pesquisa na propriedade agrícola como um todo e para avaliar a qualidade do produtos; estabelecer de modelos práticos para manejo utilizando AP;

Para desenvolver sensores para detecção em tempo real; avaliar o impacto da AP para os produtores, o agronegócio, o meio ambiente e para o setor governamental. Há de se considerar que no cenário mundial contemporâneo a ciência, a tecnologia agrícola e a inovação são instrumentos fundamentais para o desenvolvimento, o crescimento econômico e a geração de emprego e renda.

Procedimentos Tecnológicos

Em debate sobre as políticas de agricultura de precisão do Brasil dentro do Mercosul, realizado na quarta, dia 5, na Câmara dos Deputados, o presidente da Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo), Sérgio Silva do Amaral, afirmou que o produtor de trigo precisa de proteção contra a “concorrência desleal da Argentina”. Segundo ele, a farinha de trigo do país vizinho entra no Brasil com preço abaixo do preço de mercado.

Com isso, o crescimento da exportação da farinha de trigo da Argentina para o Brasil cresceu 332% – afirmou. Ao concordar com Amaral, o presidente da Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar), João Paulo Koslovski, ressaltou que o Brasil tem potencial para produzir mais trigo com ajuda de tecnologia agrícola , mas falta política pública para o setor.

Os debatedores participaram da agricultura de precisão de audiência pública promovida pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; e de Relações Exteriores e de Defesa Nacional, e requerida pelos deputados Eduardo Sciarra (PSD-PR), Luis Carlos Heinze (PP-RS), Moreira Mendes (PSD-RO) e Eleuses Paiva (PSD-SP).

“O desafio maior é mostrar esses procedimentos de maneira operacional para o produtor”, avalia. Além da uva de mesa do Vale do São Francisco, diversas outras culturas também vem sendo avaliadas no país com o uso da tecnologia agrícola. Entre elas estão o milho, soja, arroz, trigo, algodão, pinus, videira, macieira, pessegueiro, pastagem e cana de açúcar. As pesquisas são desenvolvidas por diversas unidades da Embrapa, além de outras instituições que compõem a Rede Agricultura de Precisão.

Inúmeros Satélites

Esta semana, a Lockheed Martin, empresa fabricante de produtos aeroespaciais, anunciou a criação de um novo sistema de localização, o GPS III. O seu funcionamento teria uma precisão impressionante, já que o poder de transmissão de satélites geo espaciais devem ser aumentados cerca de 500 vezes se comparado aos sistemas atuais e com a estação de referência atual.
Com isso, a transmissão embaixo de coberturas e, até mesmo em ambientes fechados deverá ser perfeita. Além disso, o uso de múltiplos satélites possibilita determinar com muito mais exatidão a sua localização no globo. O empenho em analisar a necessidade de renovação processual exige a precisão e a definição do remanejamento da tecnologia agrícola nos quadros funcionais.
Se atualmente os sistemas de localização conseguem diferenciar a movimentação a cada seis metros, com o GPS III a sensibilidade dessa tecnologia agrícola é de cerca de meio metro. Assim, será possível determinar não só em que local você está, mas também em que lado da rua está, por exemplo. Podemos já vislumbrar o modo pelo qual o consenso sobre a necessidade de qualificação talvez venha a ressaltar a relatividade do levantamento das variáveis envolvidas.
Alguns entusiastas já esperam que com o novo sistema seja possível criar novas formas de usar a tecnologia, como em plataformas domésticas totalmente autônomas. O projeto da estação de referência foi encomendada pela Força Aérea dos Estados Unidos e a previsão é de que o primeiro de 12 satélites seja lançado até o ano de 2014.

Ciências Geodésicas

A criação desse curso surgiu a partir de uma pesquisa em empresas públicas e privadas de qual profissional havia maior carência no mercado e devido a uma grande demanda de serviços de agricultura de precisão cartografia na região”, escreve Alcides no texto intitulado “Ensino Técnico de Cartografia”. Confira na seção Artigos do Portal MundoGEO.

“Com os avanços da tecnologia agrícola alcançados nas últimas décadas, a cartografia rapideye se tornou mais eficiente na elaboração de mapas satélite: o uso de imagens de satélite  de fotografias aéreas digitais, do GPS, de GIS, e o estabelecimento de redes mundiais de informação contribuíram para um mapeamento mais preciso e em menores intervalos de tempo”.

“O Centro Federal de Educação Tecnológica de Goiás (CEFET-GO) iniciou esse ano o “Curso Técnico de Cartografia”. Após a conclusão do ensino médio, os alunos complementam os módulos profissionalizantes com mais um ano de curso técnico em tecnologia agrícola, adquirindo um perfil profissional com habilitações e competências na área de rapideye.

A afirmação está no artigo de Alcides Ferreira da Silva Junior, engenheiro cartógrafo, mestre em Ciências Geodésicas, professor de Geomática no CEFET-GO de agricultura de precisão , escrito para o Portal MundoGEO. Segundo ele, o ensino técnico de cartografia atende a uma necessidade crescente do mercado de trabalho junto às empresas que de diferentes formas usam mapas erdas, plantas e cartas digitais.