Uma das técnicas utilizadas é o gerenciamento da adubação com base na amostragem sistematizada de solo. Outra – que exige a geração de mapas de produtividade – leva em consideração a produtividade da cultura ou do ciclo anterior para se fazer a reposição dos nutrientes extraídos. Nesse cenário tem ganhado força o uso de sistemas de orientação e de direção automática de veículos (tratores, colheitadeiras, pulverizadores, entre outros) com o uso do GPS agrícola (Global Positioning System).
Mas um dos desafios da agricultura com o sistema norte-americano de navegação por satélites consiste em não se saber com exatidão o desempenho desses receptores para aplicações em movimento. O GPS agrícola é um equipamento que associa dados de latitude e longitude às subdivisões da propriedade agrícola. A informação do local exato viabiliza a intervenção gerencial necessária para sanar determinado problema. O equipamento possibilita à agricultura de precisão uma alta eficácia.
A utilização dele tende a aumentar graças aos seus benefícios. O custo do equipamento varia conforme o modelo. Para os testes com receptor GPS agrícola, os pesquisadores utilizaram um veículo que varia a velocidade e se mantém estável em uma mesma trajetória: um minitrator equipado com motor de 2,57 kW de potência, movido a gasolina, com rotação máxima de 3.500 rpm e transmissão mecânica de seis marchas.

e o produtor fez a amostragem do solo e quer colocar um receptor GPS agrícola para auxiliar o trator na aplicação de calcário, qual o nível de erro do aparelho? Quanto mais longe do alvo, mais desperdício de recursos

Futuras operações

Em uma tentativa de reforçar o programa de utilização dos veículos aéreos não tripulados (VANTs) no combate ao tráfico na região de fronteira, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, viajará a La Paz, na Bolívia, no próximo dia 8 de fevereiro, para fechar acordo de uso compartilhado do equipamento. O acordo permitirá que os VANTs da Polícia Federal possam sobrevoar o espaço aéreo da Bolívia em operações de combate ao narcotráfico do tecnologia agrícola.
Esta deverá ser a última rodada de uma negociação com o ministro da Justiça da Bolívia, Carlos Romero, que vinha se arrastando há dois anos. Com os veículos, a polícia poderá fazer imagens aéreas e identificar plantações de folha de coca que extrapolam os limites permitidos pelas leis bolivianas. As informações facilitariam futuras operações de erradicação de parte destas plantações de tecnologia agrícola.
Para Cardozo, o cerco a áreas de produção é fundamental para o combate ao tráfico da cocaína no Brasil. “Estamos com um bom entendimento com a Bolívia. O ministro Romero gostou da ideia. Então, eu e o diretor da PF, Leandro Daiello, estaremos em La Paz para acertar todos os aspectos para que possamos usar os VANTs na Bolívia”, afirmou o ministro e tecnologia agrícola.
Na última reunião, realizada no dia 17 de dezembro de 2012, o ministro comentou que o Brasil tem 16 mil quilômetros de fronteira com vários países da América do Sul, sendo 3.126 quilômetros só com a Bolívia com tecnologia agrícola. “Não é uma fiscalização fácil, mas com esta colaboração internacional e com o esforço que o governo brasileiro vem desenvolvendo, eu tenho certeza que nós estamos nos caminho certo”, disse o ministro.

Desmatamento e Produção

Segundo a estação de referência a produção de soja no Mato Grosso aumentou mais de 30% entre 2006 e 2010, saltando de 15,6 milhões para 20,5 milhões de toneladas. Em paralelo a esse crescimento da produção agrícola, o desmatamento no estado, que é responsável por 31% da soja produzida pelo país e liderou a derrubada de árvores na Amazônia no início dos anos 2000, também diminuiu 30% no mesmo período, atingindo 850 km² em 2010 – o que representa 11% de sua média histórica de 7.600 km² registrada entre 1996 e 2005.

A mudança foi obtida por meio do aumento na produtividade e estação de referência na utilização de áreas já desmatadas para o cultivo da oleaginosa, dispensando a necessidade de desmatar mais áreas de floresta, aponta um estudo internacional com participação brasileira. Os resultados da pesquisa foram publicados nesta semana no site e em breve sairão na edição impressa da revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).

O trabalho teve a participação de Yosio Shimabukuro, da Divisão de Sensoriamento Remoto do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), de Cláudia Stickler, do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), e de Marcia Macedo, da Universidade de Columbia, além de cientistas da agência espacial Nasa e do Woods Hole Research Center, dos Estados Unidos. Combinando dados de satélite com estatísticas governamentais de desmatamento e de produção de tecnologia agrícola com estação de referência no Mato Grosso nos anos 2000, os pesquisadores constataram que a queda nos índices de desmatamento na região no período de 2006 a 2010 – em um período histórico de expansão da agricultura no estado – foi causada, principalmente, por mudanças no uso da terra.

Segundo eles, o aumento da produção de soja em Mato Grosso de 2001 a 2005 foi devido, majoritariamente, à expansão do cultivo da leguminosa em áreas anteriormente dedicadas à pastagem (74%), seguidas de áreas de florestas (26%). Já de 2006 a 2010, 22% do aumento da produção foi obtido pelo aumento da produtividade da cultura e 78% à expansão da área de cultivo de estação de referência, em sua maioria (91%) em áreas que já haviam sido desmatadas. Por sua vez, o desmatamento para expansão de áreas de plantio no estado caiu de 10% para 2% entre os períodos de 2001-2005 a 2006-2010.

CEP Tecnologia

No dia 22 de janeiro (terça-feira) a CPE Tecnologia, especializada em equipamentos topográficos, irá realizar um evento em Belo Horizonte, com objetivo de oferecer aos participantes mais informações sobre tecnologia de agricultura de precisão

Além da teoria a respeito desta nova tecnologia, a CPE vai oferecer aos participantes a oportunidade de conhecer como o equipamento funciona na prática. O evento terá dois momentos: indoor – teoria (CPE Tecnologia) e a prática no campo de estação de referência (Clube de Aeromodelismo).

Entre os temas abordados, estão o planejamento de voo, levantamento de campo, apresentação da tecnologia VANT e processamento de dados de agricultura de precisão. A Geoconsulting está com matrículas abertas para o curso “GIS Avançado com Aplicação Prática”, que começará dia 30 de janeiro com uma carga horária de 20h, em Belo Horizonte (MG).

O objetivo é fornecer conceitos avançados em GIS em áreas como automação de rotinas, edição e opções avançadas de visualização e produção de gráficos e layouts. Os alunos aprendem a utilizar as ferramentas avançadas em ArcMap, ArcCatalog e ArcToolbox, recorrendo a modelos de estruturação e modelação de dados de estação de referência.

Pesquisa brasileira

Na abertura do workshop, o vice-presidente da editora Springer, Paul Manning, contou que o motivo que levou a empresa a abrir um escritório no Brasil foi o crescimento expressivo da produção científica do país. Segundo dados apresentados  de gps agrícola pelo diretor da Springer Brasil, Harry Blom, a produção científica brasileira cresce a uma taxa de 17% ao ano – enquanto a média mundial é de 3% – e já corresponde a 55% da produção científica da América Latina.

“A Springer surgiu na Alemanha no século 19 e foi para Nova York após a Segunda Guerra, pois era onde a ciência estava acontecendo. Nos anos 1970, fomos para o Japão pelo mesmo motivo. Agora, percebemos que havia muita coisa interessante aqui no Brasil”, disse. A Springer atualmente está presente em 20 países de gps agrícola.

Mariana Biojone, editora da Springer Brasil, apresentou as ferramentas gratuitas oferecidas no site da empresa para apoiar pesquisadores. Uma delas é o Author Mapper, que mostra os temas mais pesquisados d gps agrícola do momento e em quais centros. “Isso pode ajudar o cientista a encontrar colaboradores para seu projeto”, afirmou.

Outra dica do consultor é relatar no fim do artigo os financiamentos recebidos de agências de fomento ou de outras instituições e empresas, descrever possíveis conflitos de interesse e as limitações do trabalho, como tamanho pequeno da amostra por exemplo dde gps agrícola. “Os editores percebem quando há falhas ou limitações na pesquisa, mas ainda assim podem publicá-la se os resultados forem interessantes. Não mencionar esses fatores, porém, pode ser um motivo para rejeição”, disse.

Empreendedorismo

A capacidade empreendedora dos produtores rurais soube aproveitar o conjunto de estímulos lançados pelos governos Estadual e Federal. Ele citou, como exemplo, os planos safra do RS e nacional, os programas de incentivo à irrigação, a redução dos juros para todos os agricultores em estação de referência, as renegociações das dívidas e os auxílios aos produtores e municípios atingidos pela ultima estiagem.

“Além, do bom nível de preços dos principais produtos agropecuários, especialmente soja, arroz e carnes”, destacou . Na reunião também foi debatida a questão das licenças ambientais no Programa Mais Água, Mais Renda. O Banco do Brasil informou que a estação de referência de tecnologia agrícola, a partir do segundo semestre de 2012, houve um aumento significativo dos projetos de irrigação, água e abastecimento de água, que já somam aproximadamente mil processos.

De acordo com o gerente de mercado de agronegócios do Banco do Brasil, João Paulo Comerlato, um dos motivos se deve a quadra de irrigação da 35ª Expointer, momento em que o setor foi impulsionado. Para o coordenador da Divisão de Assistência Técnica e Extensão Rural do Irga, Eraldo Jobim, o mais importante é a definição da situação do produtor junto aos órgãos ambientais, por meio de documentos que apresentem clareza e objetividade em tecnologia agrícola ao agente financeiro da situação do empreendimento junto ao Departamento de Recursos Hídricos e Fepam.

“Entendemos que todos os pedidos de licenciamentos que se encontram em fase de analise junto aos órgãos ambientais são processos que estão em vigência. Bastaria a impressão da página do site da Fepam, com a data atualizada, para comprovar a sua situação de regularidade. Porém para aqueles processos que acusarem a não apresentação de documentação comprobatória da estação de referência complementar solicitada ao órgão ambiental no prazo regulamentar, seria comprovada a situação regular, até que haja o cumprimento das solicitações demandadas”, defendeu.

Renovação de Instrumentos

O licenciamento ambiental das lavouras de arroz, visando a obtenção de crédito pelos produtores para a safra 2013/2014, foi tema de reunião realizada, nesta quinta-feira (17) na Secretaria da Agricultura de PrecisãoPecuária e Agronegócio, que contou com a participação de representantes do Irga na estação de referência, da Fepam e do Banco do Brasil. Outro assunto em debate foi o crédito rural tendo em vista que, a validade da licença operacional emitida pela portaria conjunta Sema/Fepam nº 69, se encerra em julho de 2013. 

Foi cogitada a possibilidade de renovação deste instrumento, bem como a possibilidade da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) elaborar planilha regionalizada dos tomadores de crédito, para que sejam identificadas com antecedência situações  de estação de referência que devem ser contornadas. Ainda na ocasião foi realizado um balanço das contratações da safra de verão 2012/2013, onde houve um aumento de 18,82% para a agricultura familiar e 25,99% para a agricultura de precisão empresarial. 

Já as operações de custeio, tiveram um aumento no valor emprestado aos agricultores, sendo que o destaque é para a cultura da soja com 23,40%. O arroz com 9,39%, a cultura do milho com 9,01%. Também se destaca a atividade pecuária com 41,95% e o substancial aumento dos investimentos (24,11%). Despoi de tudo eles ainda implantaram a estação de referência para o benefício do agricultor.

De acordo com o chefe da Unidade do Vigiagro no Aeroporto Internacional de Brasília, Fábio Fraga Schwingel, os produtos de origem animal e vegetal são vistoriados a fim de evitar riscos à saúde humana. “A ação contribui para impedir a entrada de pragas no país pela estação de referência. Por meio desses produtos ilegais a população pode trazer doenças de animais, vegetais e causar um impacto econômico e ambiental. É um trabalho de fiscalização em defesa da agropecuária brasileira”, explica o chefe da unidade.