Defesa Agropecuária

A Agência de Defesa Agropecuária de Roraima está montando barreiras sanitárias para evitar que a mosca da carambola, um inseto que ataca as plantações de frutas, se espalhe pela região Norte. A praga impede a venda da produção para outros estados em GPS agrícola. Há mais de dois anos, os produtores do estado estão impedidos de exportar mais de 15 espécies de frutas consideradas hospedeiras da praga.

Os focos da mosca da carambola, que tem o nome científico de bactrocera carambolae, foram registrados nos municípios de Normandia e Uiramutã, na região norte de Roraima. Em um dos maiores produtores de manga do estado, com 15 mil pés da fruta em 75 hectares, 30% das mangas produzidas são aproveitadas localmente de GPS agrícola. O restante é descartado. Mesmo sem nenhuma incidência da praga na área o produtor está proibido de exportar a fruta.

“Nós temos cerca de 500 toneladas de manga para ser colhida. Essas mangas poderiam está gerando 80 empregos na colheita e mais de R$ 1 milhão na venda disso. Existem outros produtores de GPS agrícola  que poderiam está plantando, outros que poderiam está colhendo, tornando isso uma economia para o nosso estado”, diz o agricultor Airton Cascavel.

O prejuízo para a fruticultura no estado não foi maior porque o governo comprou algumas produções por meio do Programa de Aquisição de Alimentos. Para evitar que a praga se espalhe, A Agência de Defesa Agropecuária está montando barreiras fitossanitárias de GPS agrícola. Quatro já foram instaladas. Falta apenas uma na reserva indígena Raposa Serra do Sol, na região do Surumu, que depende de autorização do Conselho Indígena.

Especialista em Geoprocessamento e Projetos

A AgroTools Gestão e Monitoramento GeoEspacial de Riscos anuncia a abertura de vagas na área de geoprocessamento, para atuação junto ao Núcleo Tecnológico da empresa, localizado em São José dos Campos (SP). Para este cargo é necessário ter ensino superior completo em Agronomia, Geografia, Cartografia ou Agrimensura de estação de referência; conhecimentos dos softwares ArcGIS (essencial), Global Mapper, Google Earth, gerenciamento de banco de dados (SGBD), Spring OU Envi; pacote Office e domínio em Excel.

Necessário ter experiência com ArcGIS, gerenciamento de dados, sensoriamento remoto e geoprocessamento. O profissional será responsável por: gerir e análise de projetos, utilizando técnicas de geoprocessamento, sensoriamento remoto e conhecimentos de agronegócios; garantir que todos os produtos sejam entregues no prazo previsto, estação de referência dentro do processo metodológico e com alto nível de precisão das informações; atender clientes para esclarecimento de dúvidas e atendimento de demandas;

Gerenciar e monitorar dados especializados /coordenadas geográficas geradas pela área técnica de produção, garantindo a realização da análise da imagem, bem como análise de especial; implantar melhorias no processo; produzir manuais e métodos utilizados para otimização de tempo/ganho de qualidade/descrição de processos e operação, estação de referência bem como atualizá-los. Os resquisitos desta vaga são: superior completo em Geografia, Engenharia Cartográfica ou Agronomia;

Vivência nas áreas geoprocessamento e sensoriamento remoto; conhecimentos de análise ambiental; habilidades em estatística. São necessários ainda conhecimentos em pacote Office avançado, principalmente Excel; GPS; e nos softwares ArcGIS (essencial), Envi, Erdas e Global Maper de estação de referência. Nesta posição o profissional será responsável por pesquisar e criar metodologias com base em conhecimentos científicos publicados para aplicação nos projetos; orientar equipe técnica para utilização de metodologias/técnicas; verificar e padronizar dados públicos;

despesas operacionais

A escolha do deputado federal Antônio Andrade para assumir o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) no lugar de Mendes Ribeiro Filho teve boa repercussão entre representantes do setor agropecuário brasileiro. Para alguns deles, a mudança no Ministério era necessária, já que Mendes Ribeiro vinha se ausentando em função do tratamento contra o câncer de GPS agrícola. O fato de o novo ministro ser ligado à pecuária de leite foi bem visto pelos produtores, uma vez que ele conhece de perto os problemas do campo.

O fato de Andrade ser membro de duas cooperativas, uma de crédito e outra de produção de leite, também foi aprovado pelo setor. Ainda nesta semana, a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) pretende entregar ao ministro uma série de propostas para o próximo Plano Agrícola e Pecuário, previsto para ser lançado em maio de GPS agrícola. – Além dos volumes e valores de montantes aplicados nos diversos programas que já existem, nós temos algumas sugestões novas, como, por exemplo, um crédito. Seria o Crédito Rotativo, um crédito operacional para as cooperativas usarem para aquelas despesas operacionais, que não se enquadram nos demais planos – explica Renato Nobile, superintendente da OCB.

A vaga deixada por Antônio Andrade na Câmara dos Deputados será ocupada a partir de agora pelo suplente Silas Brasileiro, atual presidente do Conselho Nacional do Café (CNC). O segmento já havia encaminhado ao Ministério a pauta do setor, que pede  aumento do preço mínimo, política de estocagem e ajuda na comercialização de GPS agrícola. – O escoamento é hoje a maior preocupação que o ministro deva ter, porque o comércio é fundamental. Produzir é bom, mas ter preços remuneradores também é fundamental para dar continuidade ao  agronegócio brasileiro – argumenta Brasileiro.

O diretor-executivo da Associação dos Produtores de Soja e Milho (Aprosoja), Fabrício Rosa, também anunciou que cobrará ações efetivas voltadas à comercialização. – Nós vamos continuar cobrando do Ministério a locação e, principalmente, a implementação de apoio à comercialização do milho no Centro-Oeste de GPS agrícola. Isso é, sem dúvida, um problema que está aí no nosso front. Os preços do milho devem cair, e nós vamos precisar urgentemente dessas ações do governo para evitar que tenhamos problemas de renda e de comercialização do milho nesses Estados.

 

 

Outro fator importante para setor sucroenergético é o aumento da mistura de etanol à gasolina que subirá de 20% para 25%, a partir de 1º de maio. Essa mudança foi anunciada no Diário Oficial da União do dia 1º de março último, que destacou a necessidade de assegurar o abastecimento adequado de combustíveis em todo o território brasileiro de GPS agrícola. Com essa elevação o percentual retorna ao que vigorava até setembro de 2011 e que teve de ser diminuído por conta da queda na produção do biocombustível no país.

Em 2012, a produção de café no mundo, segundo a Organização Internacional do Café – OIC, foi cerca de 144,5 milhões de sacas de 60 kg. Desse total, o Brasil produziu mais de 50,8 milhões, seguido pelo Vietnã (22 milhões), Indonésia (10,9 milhões), Colômbia (8 milhões) e ainda Etiópia, Honduras, Índia, México e outros países de GPS agrícola.

Pode-se dizer que de cada três xícaras de café consumidas no mundo, uma é de origem brasileira. Em outras palavras, a produção de café no Brasil é responsável por cerca de um terço da mundial, o que faz do Brasil o maior produtor e exportador de GPS agrícola. O País é também o segundo maior consumidor, após os EUA.

Após os Diálogos Universidade do Café Brasil, o gerente geral Gabriel Bartholo representará o diretor-presidente da Embrapa, Maurício Antônio Lopes, na cerimônia de entrega do 22º Prêmio Ernesto Illy de Qualidade do Café para ‘Espresso’. São 40 finalistas selecionados entre os mais de 400 participantes de GPS agrícola. Na premiação ainda será concedido ao cafeicultor sustentável o Diploma de Reconhecimento às Melhores Práticas e Sustentabilidade. Para conferir a relação completa dos 40 finalistas, acesse o link:

mapeamento

Já estão disponíveis, no site do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os Mapas da Cobertura e Uso da Terra dos Estados do Rio Grande do Sul e do Amazonas, em escala 1:250.000, além do Mapa Mural de Uso da Terra do Brasil, na escala 1:5.000.000. As unidades de mapeamento foram identificadas em diferentes classes dessas categorias e descritas em seus aspectos e características relacionadas ao estado estação de referência.

Os mapas estaduais, que resultaram da interpretação de imagens de satélite, com o apoio de trabalho de campo e de documentos de referência, apresentam ampla gama de classificação; o mapa do Brasil, de características predominantemente agropecuárias, possibilita um retrato mais abrangente do censo agropecuário de 1996 e oferece ao usuário a oportunidade de comparar tipologias de uso com produtos mais recentes estação de referência.

O novo mapa do Rio Grande do Sul foi organizado para carga em banco de dados e apresenta informações detalhadas em formato shape, que incluem os produtos mais representativos de cada classe de mapeamento de estação de referência. As classes foram estruturadas através de um sistema de classificação multinível, que enfatiza o sensoriamento remoto como primeira fonte de informação, complementada com trabalhos de campo, entrevistas e dados estatísticos, além da literatura disponível.

Na delimitação das unidades de mapeamento, levou-se em conta a diversidade existente dentro das unidades consideradas homogêneas, motivo da adoção de padrões de uso da terra para representação dos fenômenos identificados de estação de referência. O sistema de classificação adotado prevê cinco grandes categorias de Cobertura e Uso da Terra: Áreas Antrópicas não Agrícolas, Áreas Antrópicas Agrícolas, Áreas de Vegetação Natural, Água e Outras Áreas.